Lição 6 Davi: Um Casamento Real

Lições Bíblicas Dominical Jovens 2° Trimestre 2025 CPAD

Lições Bíblicas Jovens – 2° Tri. 2025  | Lição 6 Davi: Um Casamento Real  | Comentarista: Marcos Tedesco | Data da Aula: 11 de Maio de 2025

TEXTO PRINCIPAL

“Sede unânimes entre vós; não ambicioneis coisas altas, mas acomodai-vos às humildes; não sejais sábios em vós mesmos.” (Rm 12.16).

RESUMO DA LIÇÃO

O casamento entre Mical e Davi nos permite um atento olhar sobre temas como a humildade de Davi e o valor do amor em um casamento.

LEITURA SEMANAL

SEGUNDA – 1 Pe 5 5.6

A humildade do jovem cristão

TERÇA – 1 Sm 19.11-17

Mical ajuda Davi

QUARTA – Pv 18.22

Uma esposa é bênção do Senhor

QUINTA – Mt 19.6

Uma só carne

SEXTA – Sl 37.3-7

Davi confiava em Deus

SÁBADO – 2 Sm 5.10

Deus era com Davi

OBJETIVOS:

– EVIDENCIAR a humildade de Davi enquanto noivo;

– RESSALTAR o amor de Mical.

– SABER que Deus era com Davi.

 

INTERAÇÃO

Prezado (a) professor (a). na Lição deste domingo, veremos alguns dos acertos de Davi: o valor da sua humildade, a preciosidade do amor no casamento, o quão importante era a presença do Senhor em sua vida e o fato dele não temer os desafios, pois tinha a certeza de que não estava sozinho. Já diante dos erros, constatamos os lastimáveis prejuízos pela falta de diálogo, de empatia entre ele e Mical. Que você venha refletir a respeito dessas importantes lições e tenha um tempo de edificação para você e seus alunos.

ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA

Professor (a). para a aula de hoje sugerimos que você escreva os tópicos abaixo no quadro Depois peça que os alunos formem 3 grupos Cada grupo ficará com um tópico. Peça que eles, em grupo, discutam a temática. Depois solicite que se reúnam novamente formando um único grupo. Em seguida peça que cada grupo exponha suas conclusões.

UM NOIVO HUMILDE

1. A humildade na vida de Davi,

2 A humildade aos olhos do mundo,

3. A humildade na vida do cristão.

TEXTO BÍBLICO: 1 Samuel 18.20-26

20 Mas Mical, a outra filha de Saul. amava a Davi; o que, sendo anunciado a Saul, pareceu isso bom aos seus olhos.

21 E Saul disse: Eu lha darei, para que lhe sirva de laço e para que a mão dos filisteus venha a ser contra ele. Pelo que Saul disse a Davi Com a outra serás hoje meu genro

22 E Saul deu ordem aos seus servos: Falai em segredo a Davi, dizendo: Eis que o rei te está mui afeiçoado, e todos os seus servos te amam: agora, pois, consente em ser genro do rei

23 E os servos de Saul falaram todas essas palavras aos ouvidos de Davi Então,

disse Davi Parece-vos pouco aos vossos olhos ser genro do rei. sendo eu homem pobre e desprezível?

24 E os servos de Saul lhe anunciaram isso, dizendo Foram tais as palavras que falou Davi.

25 Então, disse Saul: Assim direis a Davi O rei não tem necessidade de dote, senão de cem prepúcios de filisteus para se tomar vingança dos inimigos do rei. Porquanto Saul tentava fazer cair a Davi pela mão dos filisteus.

26 E anunciaram os seus servos essas palavras a Davi, e esse negócio pareceu bem aos olhos de Davi, de que fosse genro do rei; porém ainda os dias se não haviam cumprido.

 INTRODUÇÃO

Essa lição nos propõe refletir acerca do casamento entre Davi e Mical e seus desdobramentos. É um enlace que nos inspira, mas também nos dá importantes alertas sobre o que não fazer. Diante dessas questões, essa história deve ser estudada para que seja um convite à edificação e à postura correta diante dos desafios dessa área tão central em nossas vidas: a formação de uma nova família.

I – UM NOIVO HUMILDE

1. A humildade na vida de Davi. 

É notável o quanto nós podemos aprender a partir da vida deste personagem bíblico. Nesse momento somos chamados a refletir acerca de sua humildade, algo constante na trajetória de Davi na dedicação ao pastoreio (1 Sm 16.11; Sl 78.70-72); em sua postura reconhecendo suas limitações (1 Cr 1716); no fato de ser um desconhecido para o rei (1Sm 17.55-58); em sua disposição em depender de Deus e anelar por sua presença (Sl 63); em honrar a posição do rei não se permitindo acelerar processos (1 Sm 24.4-7), ao ouvir as justificativas de uma mulher sábia (1 Sm 25.18-43): ao respeitar a memória de amigos (2 Sm 9.5-13); ao aceitar as limitações impostas por Deus (1 Cr 17) e em muitos outros momentos.

Com relação ao casamento com a filha do rei. Davi mostrou humildade deixando claro que não era digno de tal honra (1 Sm 18.18) O que muitos veriam como uma oportunidade de ascensão social e econômica, o homem segundo o coração de Deus repudiava.

Em duas ocasiões, um casamento real foi cogitado. Primeiramente com Merabe, por ocasião da morte de Golias, depois com Mical. que era apaixonada por Davi. Nas duas ocasiões. Saul tentara criar uma situação que levasse o belemita à morte (1 Sm 18.17. 20-21).

2. A humildade aos olhos do mundo. 

Em um mundo marcado pelo narcisismo e o individualismo, a verdadeira humildade é vista como um demérito pois é percebida como algo que evidencia a inaptidão das pessoas a aceitarem desafios e protagonizarem grandes feitos.

Uma deturpação dessa visão de humildade aos olhos do mundo esta nas demonstrações públicas envoltas em “pirotecnia midiática” nas redes sociais. Nessa área vemos atitudes altruístas, bondosas e assistenciais que possuem, na verdade, uma intenção explícita de autopromoção, infelizmente são valores deturpados, o que vale são os likes e o número de visualizações nas redes sociais, por exemplo. Nas redes sociais temos uma ‘amostra” bem nítida do que é a “humildade aos olhos do mundo” Há uma amplificação da busca pela “construção de pessoas perfeitas”, mas que não existem, pois são frutos de uma intenção narcisista que vê na verdadeira humildade uma demonstração de fraqueza e predisposição à humilhação nas mãos dos demais

3. A humildade na vida do cristão. 

Em um mundo marcado pela busca incessante por reconhecimentos, recompensas e vantagens, a humildade apresenta um contraponto vital propondo ao ser humano um olhar com uma perspectiva marcada por sentimentos e características que são inerentes àqueles que seguem a Cristo.

Ao cristão, a humildade é muito mais do que uma virtude necessária, ela é um genuíno reflexo da fé que ele traz em seu coração. Quando seguimos a Cristo, vamos nos inspirando em seus exemplos e temos em nossas atitudes traços e padrões que demonstram a nossa fé (Fp 2.5-11).

Em uma vida marcada pela humildade, somos alcançados pela graça de Deus (Tg 4.6) e assim podemos caminhar sob a direção divina vivendo os seus propósitos, experimentando uma vida plena e abençoada. Ao reconhecermos a nossa dependência divina e as nossas limitações, abrimos com alegria nossas vidas à ação do Espírito Santo em uma dinâmica transformadora (Gl 5.22)

SUBSÍDIO 1

Professor (a), neste primeiro tópico enfatiza o concerto que Deus tinha com Davi. Esse concerto dizia respeito a todas as áreas de sua vida, inclusive o casamento.

Enquanto um contrato se refere a um acordo legal, um concerto é um “acordo de vida” entre duas ou mais partes. Quando Deus faz um concerto. Ele define os termos, com base em suas promessas, seus padrões e suas regras Os benefícios desse tipo de concerto dependem da obediência do povo, da sua confiança em Deus e da sua fidelidade a Ele (1) Embora a palavra “concerto” não apareça em 2 Samuel 7, esta claro que Deus estava estabelecendo um acordo solene de vida com Davi. 

Em Salmos 89.3-4, por exemplo. Deus diz: “Fiz um concerto com 0 meu escolhido; jurei ao meu servo Davi a tua descendência estabelecerei para sempre e edificarei o teu trono de geração em geração”. Esta promessa de que o governo sobre o povo de Deus seria estabelecido para sempre por meio da linhagem familiar de Davi é precisamente a promessa que Deus fez a Davi em 2 Samuel 7 (observe especialmente o v. 16) Mais adiante em 2 Samuel, o próprio Davi faz referência ao “concerto eterno” que Deus fizera com ele (2 Sm 23.5) sem dúvida referindo-se a 2 Samuel 7.

Os mesmos dois princípios que se aplicam a outros concertos do Antigo Testamento também são evidentes aqui Deus estabeleceu as promessas e obrigações do concerto, e as pessoas deviam aceitar os termos em fé obediente. No concerto com Davi, Deus fez a promessa imediata de estabelecer o reino do filho de Davi, Salomão, que edificaria uma casa para o Senhor, uma referência ao templo. Ao mesmo tempo, a promessa de Deus de que a casa ou dinastia de Davi duraria para sempre era condicional – dependia da obediência fiel de Davi e seus descendentes. Este concerto era eterno somente no sentido de que Deus pretendia sempre manter um filho de Davi no trono de Jerusalém, enquanto esses governantes permanecessem fiéis e obedientes a Ele”.

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II – O AMOR DE UMA NOIVA

1. Mical e o seu amor por Davi. 

O relato bíblico nos revela que Mical, a filha mais nova de Saul, amava a Davi (1 Sm 18.20). O amor é um sentimento necessário em um casamento. Em uma época em que os matrimônios eram arranjos que envolviam política, poder, disputas territoriais, entre outros interesses, a história desses dois jovens nos inspira. No entanto, esse casamento foi marcado por uma série de estratégias de Saul com a intenção de matar o seu futuro genro Tanto com Merabe (que fora dada em casamento a outro homem), quanto com Mical. o rei manipulou a situação desejando uma tragédia ao seu desafeto. E nas duas vezes. Davi voltou vitorioso fazendo muito mais do que dele fora esperado.

Para que Davi pudesse se casar com Mical, o rei o desafiara a matar 100 filisteus. O noivo, surpreendendo o sogro (1 Sm 18.25). Esse casamento contribuiu para que se intensificasse o ciúme de Saul e o seu ódio mortal contra Davi.

Em um desses episódios, o rei enviou, à casa de Davi, soldados para assassiná-lo. Mical, movida por amor e fidelidade ao seu marido, ajudou-o a escapar e criou uma série de justificativas para retardar a ação dos homens de Saul (1 Sm 19.11-17). Um admirável ato de bravura realizado por uma esposa comprometida com o seu casamento.

2. Uma vítima das circunstâncias? 

No início do casamento, Mical e Davi tiveram um bom relacionamento. O amor da noiva, os princípios elevados do noivo e a fidelidade de ambos resultaram em uma inspiradora história. Porém, após a fuga e diante da sentença de morte aplicada por Saul. O casamento foi desfeito pelo rei e a princesa foi entregue em matrimônio a outro homem: Palti, filho de Laís (1 Sm 25.44). Diante desse evento, podemos perceber como Saul, seguindo o seu próprio padrão, impôs a sua vontade e de forma despótica, se utilizou da própria filha em seu jogo político. As circunstâncias começaram a castigar Mical, que perdeu o seu esposo amado e foi tratada como uma moeda de troca.

Além disso, anos depois, quando Davi já reinava. Mical foi forçada a deixar Palti e voltar para o seu primeiro casamento sem que houvesse consulta ou ainda algum respeito pelos seus sentimentos (2 Sm 3.14-16). De fato, mesmo diante de sua posição na família real, Mical se tornou amarga diante das decisões alheias que a jogavam de um lado para o outro como um objeto qualquer.

3. O poder do diálogo. 

Quantos grandes problemas poderiam ser evitados se bons diálogos fossem realizados? Tanto na história geral, passando pela história bíblica e indo até as nossas experiências atuais. O diálogo tem sido uma constante na busca por entendimentos e dissolução de conflitos.

Um exemplo das consequências catastróficas da falta de diálogo pode ser observado justamente no relacionamento entre Mical e Davi: um desprezo mútuo e uma intolerância crescente marcou a vida dos dois em um momento em que eles facilmente poderiam aproveitar os benefícios dos novos tempos e a estabilidade do reino a tanto pretendida. Infelizmente, a alegria de uma caminhada a dois foi ofuscada pela falta de comunicação. O crescente desprezo e a mútua intolerância.

Quando Davi trouxe a Arca da Aliança para Jerusalém, ficou muito feliz e grato a Deus A sua celebração envolveu danças e saltos de alegria, algo que não foi bem visto pela amargurada Mical. Ao retornar para casa, a esposa desprezou o marido ofendendo-o de forma lamentável Diante de tal fato, a situação piorou ainda mais e o fim de Mical foi envolto em amargura e solidão, sem filhos e sem o amor do marido (2 Sm 6.23).

SUBSÍDIO 2

Professor (a), explique aos alunos que “os Jovens geralmente não decidiam com quem iam casar-se. Era casar-se primeiro e amar depois. Embora houvesse, portanto, mais vontade’ do que ‘romance’, esse costume tendia a produzir um padrão estável de casamento (Gn 24. 67). Esaú teve problemas por se casar contra o desejo dos pais (Gn 26.34,35). A prática dos casamentos arranjados não significa que os pais não consideravam os sentimentos dos filhos (Gn 24.58), ou que o amor não acontecia algumas vezes antes do casamento (Gn 29.10,20).


Um ‘amigo do esposo, que lhe assiste’ (Jo 3.29) negociava a favor do noivo em perspectiva a seu pai com um representante do pai da noiva. Arranjos tinham de ser feitos para a compensação do trabalho a ser paga à família da mulher e para um dote ao pai da noiva Ele pedia os juros do dote mas não pode gastá-lo (Gn 31.15) porque devia ser guardado para a mulher no caso dela vir a enviuvar-se ou divorciar-se. Quando tais somas em dinheiro não podiam ser pagas por causa da pobreza do pretendente, outros meios eram encontrados, tais como serviço (Gn 29.18) ou eliminação de inimigos (1 Sm 18.25).


Os casamentos eram arranjados, se possível, com membros da mesma parentela. Abraão enviou um servo para encontrar uma noiva para Isaque entre seu povo (Gn 24.3,4), e Jacó foi enviado ao mesmo lugar para achar esposa (Gn 28.2; 29.19). Os pais de Sansão ficaram desgostosos porque ele não escolheu uma esposa do seu próprio clã (Jz 14.3).

III – DEUS ERA COM DAVI

1. Davi e as armadilhas de Saul. 

A cada dia que passava, mais Saul odiava Davi. As vitórias conquistadas e a admiração que o povo nutria pelo jovem (1 Sm 18.5), eram motivos para que o rei ficasse ainda mais furioso e por vezes tentasse matar o jovem. Logo o principal desejo do rei seria a ruína e a morte do filho de Jessé.

Duas promessas de casamento, duas armadilhas, duas vitórias impressionantes. Com Merabe, o desafio foi uma série de batalhas contra os filisteus na esperança de que. em uma delas, o jovem tombasse Já com Mical Saul pediu algo inusitado e muito perigoso: a morte de cem filisteus (1 Sm 18.25). O êxito no primeiro desafio foi celebrado amplamente por todos, mas foi a segunda armadilha que deixou o rei sem palavras, levando-o a entregar a filha mais nova em casamento: em vez de matar cem filisteus. Davi exterminou o dobro, duzentos. Deus era com Davi e. mesmo perseguido implacavelmente por Saul. era bem-sucedido em todas as áreas.

2. Quando Deus está conosco. 

Uma belíssima verdade a ser celebrada é o fato de podermos buscar a presença de Deus em nossas vidas e assim desfrutar de sua intimidade. Devemos constantemente almejar tal relação e diante dessa realidade nos permitirmos viver conforme a sua vontade.

A presença do Senhor é uma possibilidade maravilhosa e uma feliz realidade na vida dos cristãos. Para que possamos nos deleitar dessa presença, precisamos, a partir de nossa salvação em Cristo, meditar, obedecer a Palavra do Senhor, ser fortes e corajosos e buscarmos sempre a direção divina em nossas vidas (Js 1.7-9) Muitas são as dificuldades e as investidas do nosso Inimigo com a finalidade de nos destruir tirando-nos do bom caminho. Porém, se Deus está conosco, nada devemos temer.

3.  Os nossos desafios. 

Nos tempos atuais, o crente é desafiado nas mais diversas áreas. Desde as questões mais pessoais até temas de ampla abrangência na sociedade: em todos os desafios devemos, enquanto cristãos, confiar no cuidado divino para conosco. Entre os desafios contemporâneos, destacamos, as questões sócio políticas latentes na sociedade; os relacionamentos, sejam familiares, ou seja, em outras esferas da sociedade; as questões ligadas à sexualidade; os desconfortos de ordem psicológica e psíquica; entre tantos outros.

Como é bom sabermos que diante de qualquer desafio, jamais estamos só. Muitas vezes tentamos vencer nossas dificuldades buscando as nossas próprias forças, mas essa é uma decisão inútil. Confiemos e descansemos no Senhor, Ele cuida dos seus (Sl 37.18,19).

SUBSÍDIO 3

Professor (a), enfatize que “o caráter de Davi fica evidente no fato de que ele nunca ousou tomar os planos de Deus nas próprias mãos e fazer as coisas à sua maneira Davi sabia que se Deus havia planejado algo para ele. Deus faria com que acontecesse no seu próprio tempo e à sua maneira. Entretanto, a situação singular de Davi e Saul não deve se tornar uma razão ou desculpa para se permitir que os lideres espirituais da igreja continuem a desafiar a Deus.

CONCLUSÃO

Diante dos acertos de Davi, aprendemos o valor da humildade, a preciosidade do amor no casamento, o quão importante é a presença do Senhor em nossas vidas e a não temer os desafios, pois não estamos sozinhos. Já diante dos erros, constatamos os lastimáveis prejuízos pela falta de diálogo, de empatia e do respeito pela vida das pessoas que estão à nossa volta. Importantes lições, um tempo de edificação para todos nós.

HORA DA REVISÃO

1. Que episódio da vida de Davi, estudado nessa lição, evidencia a sua humildade?

Quando lhe foi apresentada a possibilidade de casamento com a filha do rei. mostrou humildade deixando claro que não era digno de tal honra O que muitos veriam como uma oportunidade de ascensão social e econômica, o homem segundo o coração de Deus repudiava

2. Aponte uma prova do amor de Mical por Davi.

Certa vez, o rei enviou a casa de Davi soldados para assassiná-lo. Mical movida por amor e fidelidade ao seu mando, ajudou-o a escapar

3. Quais as consequências da falta de diálogo no casamento de Mical e Davi? 

A falta de diálogo teve como consequência principal um crescente desprezo e a uma mútua intolerância que marcou a vida dos dois levando-o a um casamento infeliz e repleto de amarguras.

4. Descreva as armadilhas criadas por Saul para dar fim à vida de Davi.

Diante da possibilidade de casamento com Merabe, o desafio foi uma série de batalhas contra os filisteus na esperança de que em uma delas o jovem fosse morto Já com Mical foi solicitado por Saul a morte e a circuncisão de cem filisteus, pois em tal pedido o rei acreditava que Davi seria abatido

5. Aponte alguns dos desafios contemporâneos enfrentados pelos jovens. 

As questões sócio políticas latentes na sociedade, os relacionamentos sejam familiares ou em outras esferas da sociedade as questões ligadas à sexualidade, os desconfortos de ordem psicológica e psíquica; entre tantos outros.

 

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